Por unanimidade,40 votos e 11 abstenções a câmara de vereadores do estado do Rio de Janeiro,rejeitou e arquivou o projeto,nesta terça-feira,01/11/2016,que previa uma aposentadoria vitalícia para parcela de vereadores. Caso fosse aprovado,vereadores com três seguidos ou quarto intercalados. O vereador,João Cabral(PMDB-RJ), que não conseguiu reeleger-see o autor da proposta disse que já é aposentado e justificou-se dizendo que tratava-se de uma questão de justiça e igualdade. Detalhe: até o autor se absteve.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
CRISE NO RIO: VEREADORES QUEREM MUDAR A LEI PARA TEREM APOSENTADORIA.
O vereador João Cabral(PMDB-RJ) não foi reeleito e quer mudar a lei para auto-beneficia-se uma lei que vereadores com 3 ou quatro mandatos interruptos possam terem aposentadoria e pior que a maioria assinaram, caso seja aprovado levará a uma má repercussão de âmbito nacional.
O Estado do Rio de Janeiro está em uma má situação,com uma crise que já atravessa meses levando ao não pagamento da folha de pagamento dos funcionários inativos e ativos em dia. Aposentados que contribuíram com anos afinco de trabalhos à sociedade estão há meses com salários atrasados,pagamentos de suas necessidades básicas em atrasos e quando há pagamentos ocorrem de forma parcelada.
Os ativos na mesma situação pois já ocorreram casos em policiais militares nem tem transporte para irem ao trabalho devido à em que o estado atravessa há praticamente hum ano devido à perda de receita nos Royalties do Petróleo em 2015, ou seja era para o estado ter recebido R$ 3,213 bilhões mas só recebeu R$ 2,308 bilhões levando uma perca de 900 milhões de reais que acabou levando ao estado num estado de calamidade pública geral.
Ainda nesta semana, o governo deve anunciar um pacote de cortes de gastos para tentar acertar as contas. Estão previstos cortes em secretaria, a revisão de benefícios como o bilhete único. Ume medida proposta também deve aumentar a contribuição dos servidores de 11% para 14% e criar, ainda, uma nova contribuição do servidor de cerca de 15%. As medidas passarão por aprovação na Alerj. Fonte: G1.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
EM PLENA CRISE: PREFEITURA FECHA O ANO COM 7 MILHÕES EM CAIXA.
Segundo o levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM): das 5.570 prefeituras que existem no pais, 2.442( de 3.155 prefeituras informadas)ou 77,4% já estão com as contas no vermelho devido que esperavam um repasse do Fundo de Participação dos Municípios de 99 bi.Porém um caso diferente ocorre no estado da Bahia:no município de Bom Jesus Da Lapa, semi- árido,com índice de Desenvolvimento Humano(IDH), economia voltada para o turismo com às romarias além das atividades agrícolas e varejistas administrada por Eures Ribeiro(PSD) que foi reeleito.
O município fechou esse ano com salários,finanças equilibradas,fazendo obras com a máquina pública com 7 milhões em caixa incluindo os 300 mil reais da merenda escolar que sobrou esse ano ainda dando o café da manhã e a merenda de 10 horas às crianças que estudam na zona rural. Uma administração que serve de exemplo a outros municípios dai o fato de sua a reeleição folgada com 78% dos votos.
Perguntei ao prefeito qual a sua fórmula e em plena crise ter 7 milhões em caixa e com todas as finanças equilibradas e realizando obras com a máquina pública em plena crise em que atravessam as prefeituras no país e ele o respondeu: "Não existe crise quando o dinheiro é fiscalizado. O dinheiro que vem é suficiente,agora tem que ter controle.
Se não tiver controle todo mundo manter a mão ,todo mundo governando,todo mundo administra,o secretário rouba o povo,o gerente rouba o povo,a merendeira da escola rouba o povo da merenda,o outro rouba o hospital aí meu irmão não tem nada que funcione nesse país. O que existe nesse país é o gestor gerente "o gerentão" com as mãos de ferro capaz de controlar tudo e punir os responsáveis pois eu sou isso".
"Quando eu assumir à prefeitura: uma grande parte do grupo político que apoiou-me queria o bem da cidade mas aqueles que não queriam o bem da cidade, ou seja, queriam enriquecer com a máquina pública pois a grande maioria romperam comigo.[....] "eu não sou prefeito de assinar papel em branco.Ninguém compra nada,ninguém tem autonomia de comprar um parafuso sem o meu consentimento.Tem que sentar comigo,tem que despachar comigo". "O povo não vota em secretário,o povo não vota em diretor de escola,o povo não vota em diretor de hospital. O povo vota no prefeito que tem dar satisfação".
quinta-feira, 28 de julho de 2016
116 PREFEITURAS NÃO SABEM COMO PAGAR OS FUNCIONÁRIOS .
De acordo com o mais recente estudo da Confederação Nacional dos Municípios(CNM) com 1697 prefeituras pesquisadas do país que participaram da pesquisa:
O Estado da Bahia teve 238 municípios pesquisados sendo que 15 municípios estão em boa situação com pagamentos de funcionários,não atingiram o Limite De Responsabilidade Fiscal porém 76 prefeituras encontra-se em situação emergencial pois passou dos 51% das despesas com folhas de pagamentos e 110 municípios já estão com os limites estourados ou seja já passaram dos 54% .
Isso é fruto da queda de arrecadação no governo federal e, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios que é a única fonte de receita e para piorar a situação : no início do ano que vem vai ter uma queda de 13% . A Salvação será o Pacto federativo. Fonte: CNM.
CRISE NAS PREFEITURAS DO PAÍS: NÃO TEM COMO PAGAREM OS FUNCIONÁRIOS.
A situação é complicada na maioria das prefeituras do país .No mais recente estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM),comprova os reflexos das crises nas cidades Brasileiras ;foi constatado que 60% dos municípios já estouraram ou vão estourar o limite de gastos com pessoal permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os fatores que contribuíram foram: a queda de arrecadação no governo federal e repasse do fundo de participação dos municípios que é a única fonte de receita para os municípios e para piorar a situação no início do ano que vem irá ter uma queda de 13% .
As informações levam em conta o período de janeiro a abril deste ano e foram obtidas por meio de Relatórios De Gestão Fiscal(RGF). Elas formam uma base de dados,atualmente disponível no site do Sistema de Informações Contábeis do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Ao todo,1697 municípios participaram da pesquisa. Para uma melhor compreensão dos resultados,a CNM elaborou uma escala que detalha a situação dos Municípios sobre os gastos com pessoal: boa,ajustada,limítrofe,emergencial e limite estourado. Conforme explica a Confederação,quando o Município ultrapassa o limite prudencial de 51% das despesas com pessoal,ele é classificado como situação emergencial. Se as despesas vão além de 54%, a classificação passa a ser limite estourado. A entidade ressalta que 551 cidades já ultrapassaram o limite permitido péla LRF e 502 estão em situação emergêncial. O levantamento também apresenta um comparativo por Estado. No Amapá, por exemplo,apenas apenas um município enviou as informações ao Siconfi,e ele está com limite e ele está com o limite estourado.Outros dois Estados que chamaram a atenção foram a Paraíba e o Sergipe,onde mais de 80% dos municípios extrapolaram o gasto com pessoal. Por outro lado,no Amazonas e em Tocantins não foi registrada nenhuma cidade com limite estourado. A mesma metodologia foi aplicada aos Estados e União para analisar os gastos públicos com pessoal em todos os Entes Federados.
O limite Constitucional determina que os Estados só podem empregar 49% da RCL para este fim. Acima desse percentual,eles são classificados com limite estourado. Já aqueles que gastam entre 46,6% e 49% são aqueles que gastam entre 46,6 % e 49% são classificados na faixa emergencial. Dos 27 Estados existentes, cinco já gastam além do exigido pela legislação vigente e 11 estão em situação emergencial,correspondendo a mais de 40% do total. Essa realidade não é verificada com a União, que pode gastar até 50% da RCL com o pagamento da folha. Porém,o que se verifica é que ao longo dos últimos três anos os gastos do governo não é excedem nem 27% do permitido. No primeiro quadrimestre deste ano,a União empregou 25,36% de sua receita para este fim,percentual que revela uma situação bem mais tranquila que a dos Estados e Municípios . "O Brasil viveu um período de forte crescimento nos anos 2000 e de forte crescimento da carga tributária e acho que se acreditou que esse processo era permanente,que ia continuar crescendo e, depois de 2010,aumentos reais,aumentos com o funcionalismo público continuaram crescendo muito acima da inflação quando a realidade era outra", aponta Marcos Lisboa,presidente do Insper.
A ponta da estrutura federativa que está mais próxima do indivíduo são os municípios e a partir dali é que se dão boa parte dá extensão dos serviços públicos. Seja saúde,seja educação,seja saneamento , habitação ,etc. Então caçamba havendo um aumento da expectativa de exigências da sociedade civil pelo serviço e, ao mesmo tempo,uma necessidade de aumento da estrutura da máquina . O problema é que muitas vezes essa máquina não tem capacidade de comportar isso diretamente",explica Marco Aurélio Ruediger,diretor da DAPP/FGV.
Para resolver o problema do estrangulamento financeiro,ao invés de cortar gastos,os municípios bateram na porta do governo federal e atrás de mais dinheiro . "Que haja,sim,o reconhecimento do pacto federativo que já foi encaminhado para o governo federal e que ajude aí os municípios com uma nova política que seja mais favorável para que a gente consiga ter mais receita,mas fontes de receitas para saldar aí todas essas pendências que tem acontecido",diz Caroline Paiva,economista da Confederação Nacional dos Municípios . Fonte: CNM, G1.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
1822....20.....: GOLPES NO BRASIL.
Em seus 516 anos de descobrimento, o Brasil, em termos políticos pela briga pelo poder já sofreu estes golpes:
(1822)Independência do Brasil),(1823)Noite da Agonia,Dissolução Da Assembleia Constituinte ,(1840)Golpe da Maioridade,(1889)Proclamação da República),(1891)Dissolução da Congresso Nacional e Estado de Sítio,(1930)Revolução de 30,(1937)Golpe do Estado Novo,(1945)Deposição de Vargas,(1964)Golpe Militar),(1992)*Impeachment de Collor.
Este ocorreu devido à sua imaturidade política perdeu o controle do congresso que tivesse não ocorreria como foi o caso de Fernando Henrique Cardoso e Lula(teve o escândalo do mensalão em seu primeiro mandato pois tinha a maioria do congresso acabou sendo reeleito e fez uma sucessora a Dilma que poderá sofrer um impeachment por não ter a maioria no congresso devido ao seu excesso de autoritarismo. Essa é a essência do Brasil a disputa pelo poder originadas na sua "Herança Histórica por Golpes
quarta-feira, 11 de maio de 2016
IMPEACHMENT DA DILMA: QUAL SERÁ O VOTO DELE?
Depois de 24 anos, quando foi eleito o primeiro presidente eleito mais jovem do país com quarenta anos,o primeiro eleito pelo voto direto depois do regime militar(1964-1985) e o primeiro a ser impeachmado.o.Fernando Collor de Mello,atualmente como senador de Alagoas pelo PTC deve está relembrando-o seu momento crítico que marcou a história política do país hoje com a votação do empeachment da presidente Dima.
Assinar:
Postagens (Atom)









