Só falta oficializar!O PSB(partido aliado de longas eleições)de Eduardo Campos(pode sair a candidato a presidente) já está fora do plano da base aliada do governo Dilma em apoio a sua reeleição em 2014. Motivos tem de sobra: ele declarou apoio ao diplomata Brasileiro Eduardo Saboia em apoio ao senador boliviano e pra escancarar ele tirou uma foto com o senador e presidente do PSDB,Aécio Neves em jantar de "articulações para as eleições de 2014 no dia 29/08/2013".Caso ocorra o final de um casamento de longos anos entre o PT e o PSB(conversas entre bastidores que já ocorrem brigas dos cargos que o partido o detêm)poderá desarticular as alianças em alguns estados nas eleições de 2014.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
VOTO ABERTO APROVADO: NÃO SERÁ APLICADO AOS DEPUTADOS CONDENADOS PELO JULGAMENTO DO MENSALÃO.
Os senadores aprovaram no dia (11/09/2013),em primeiro e segundo turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2013(De autoria do senador Jarbas Vasconcelos-PMDB-PE),que determina a perda imediata do mandato de parlamentar condenado,em sentença definitiva,por improbidade administrativa ou crime contra a administração pública.
A regra só valerá para penas superiores a quatro anos.A proposta segue para análise da Câmara dos Deputados.Durante as votações nesta quarta (11),mais de 30 senadores manifestaram-se favoravelmente à matéria e elogiaram Jarbas pela iniciativa e Eduardo Braga (Senador pelo PMDB-AM,pelo substitutivo.Os parlamentares também destacaram o apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros, à matéria e sua disposição de pautá-la para votação rapidamente.Para Renan, a aprovação dessa quarta (11) foi uma oportunidade para o Parlamento se redimir da "traumática sessão" da Câmara que inocentou o deputado Donadon.
-Não tem absolutamente nenhum sentido um parlamentar,com um julgamento que transitou em julgado, que foi condenado pela última instância do Judiciário, continuar a exercer um mandato - disse Renan, acrescentando que a futura emenda é uma “importante reforma na Constituição federal”.Pelo texto da PEC(apelidada pela imprensa como a "PEC dos Mensaleiros," a cassação do mandato passa a ser imediata, mediante comunicação do Poder Judiciário, após o chamado “trânsito em julgado”, quando não resta mais possibilidade de recursos contra a decisão.
As regras também servem para deputados estaduais e distritais, que são regidos pelas mesmas determinações constitucionais relativas aos congressistas.Detalhe:A lei sendo aprovada pela Câmara como tudo indica ela não será aplicada aos deputados condenados pelo "Julgamento do Mensalão.Fonte:Câmara dos Deputados.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
ESPANHA: MENOS 31 DESEMPREGADOS EM JULHO.
-Quem era a Espanha! Um país que era de grande atratividade pelos estrangeiros no mercado de trabalho!O efeito verão ajuda a explicar a descida do desemprego em Espanha. Em julho, houve menos 65 mil pessoas inscritas no Instituto de Emprego,o segundo melhor dado depois de 2010 e o quinto mês consecutivo de queda.Com a descida, o número de desempregados situa-se perto dos 4,7 milhões de pessoas.
Os dados do desemprego contrastam com o número de inscritos na Segurança Social. A afiliação média em julho aumentou cerca de 32 mil pessoas, o segundo pior dado registado durante a crise.Os cálculos que depuram os efeitos sazonais mostram uma destruição de mais de 57 mil postos de trabalho em relação a junho.O número oficial de desempregados, em Espanha, diminui, em Agosto. Mas foi uma redução sem significado. "Apenas 31 desempregados,"a menos, que em Julho.
É a primeira vez, desde 2000, que se verifica uma queda de desemprego, no mês de Agosto.Apesar de, nos meses de verão, muitos espanhois conseguirem empregos, na hotelaria.Mas isso não chega para representar uma criação líquida de emprego.
Dos 4,7 milhões de desempregados(26,9%),3,5 milhões são desempregados de longa duração, portanto, sem grande perspetiva de regresso à vida ativa. Fonte:euronews.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
AUMENTO DE JUROS PARA CONTER A "MINICRISE".
O Banco Central elevou(ontem,28/08/2013)em 0,5 ponto percentual o quarto aumento do ano da "Taxa Selic"( taxa básica de juros do país) que era de 8,5% passa para 9.0% ao ano.Um aumento de juros pra conter a pressão inflacionária ou "minicrise" como disse o ministro da fazenda.Enquanto a infração não estiver controlada irá ter o aumento de juros, segundo nota do Banco Central.Fonte:BC
SALVO PELO CORPORATIVISMO.
O Plenário manteve(no dia,28/08/2013) o mandato do deputado Natan Donadon(PMDB-RO), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de peculato e formação de quadrilha.Para ser cassado,eram necessários 257 votos ou mais a favor da perda do mandato.Os favoráveis à cassação somaram apenas 233 votos, contra 131 e 41 abstenções.
Apesar do resultado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, tomou a decisão de afastar o parlamentar, já que Donadon não poderá exercer as atribuições do mandato.
“Devido ao fato de o parlamentar cumprir pena de privação de liberdade em regime fechado, considero-o afastado do exercício de seu mandato", disse Alves. "Convoco o suplente para exercer o mandato em caráter de substituição durante o tempo em que permanecer o impedimento do titular”, afirmou. Nesta quinta feira o suplente Amir Lando(PMDB-RO) tomou posse.
A Secretaria-Geral da Mesa informou que, mesmo permanecendo deputado, Natan Donadon continuará sem receber salário e a Câmara vai prosseguir com a ação para reaver o apartamento funcional ocupado indevidamente pela família do parlamentar.O deputado já recorreu ao STF pedindo que a Câmara pague o seu salário. Fonte:Câmara Federal.O que é de fato que a opinião pública ficou chocada com o acontecido que é fruto de um corporativismo.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
O COMENTÁRIO DE SERRA À RESPEITO DA CARTA DO LULA.
Na política tudo que é feito por determinado candidato serve como "Instrumento de Campanhã" em a favor ou contra determinado candidato.Segue o texto na integra em o "Serra" comentou em seu blog a respeito do "Lula" em a "Carta ao Povo Brasileiro" em junho de 2002:
Existe o mundo das palavras e existe o mundo das coisas.Nunca coincidem perfeitamente, pois as palavras se referem à experiência, mas não são elas próprias aquilo que experimentamos. Parte da angústia humana, e também da beleza de viver, decorre do esforço que fazemos com as palavras para que exprimam, com a menor perda possível, aquilo que vivemos e sentimos.
É certo, no entanto, que o mundo das palavras não existe para trair o das coisas. Na política, o desejável é que o discurso e a vida estejam muito próximos. Ainda que essa atividade compreenda também a dimensão da utopia, dos desejos, do “dever ser”, os amanhãs sorridentes com os quais os políticos costumam acenar não podem ser apenas instrumentos para o engodo e a trapaça.
Olhemos o Brasil. É chegada a hora de usar as palavras certas e ajustá-las à realidade. A partir do parágrafo seguinte, entre aspas, vou exercitar um manifesto que, a meu ver, deve ser palavra encarnada.
“O Brasil quer mudar.Mudar para crescer, incluir, pacificar.Mudar para conquistar o desenvolvimento econômico que hoje não temos e a justiça social que tanto almejamos.Há em nosso país uma poderosa vontade popular de encerrar o atual ciclo econômico e político. Se,em algum momento, o atual modelo conseguiu despertar esperanças de progresso econômico e social, hoje a decepção com os seus resultados é enorme. O povo brasileiro faz o balanço e verifica que as promessas fundamentais foram descumpridas, e as esperanças, frustradas.
“Nosso povo constata com pesar e indignação que a economia não cresceu e está muito mais vulnerável, a soberania do país ficou em grande parte comprometida, a corrupção continua alta, e, principalmente, a crise social e a insegurança tornaram-se assustadoras. O sentimento predominante em todas as classes e em todas as regiões é o de que o atual modelo esgotou-se. Por isso, o país não pode insistir nesse caminho, sob pena de ficar numa estagnação crônica ou até mesmo de sofrer, mais cedo ou mais tarde, um colapso econômico, social e moral.O mais importante, no entanto, é que essa percepção aguda do fracasso do atual modelo não está conduzindo ao desânimo, ao negativismo nem ao protesto destrutivo.
“A sociedade está convencida de que o Brasil continua vulnerável e de que a verdadeira estabilidade precisa ser construída por meio de corajosas e cuidadosas mudanças que os responsáveis pelo atual modelo não querem absolutamente fazer.
“O povo brasileiro quer abrir o caminho de combinar o incremento da atividade econômica com políticas sociais consistentes e criativas. O caminho das reformas estruturais que de fato democratizem e modernizem o país, tornando-o mais justo, eficiente e, ao mesmo tempo, mais competitivo no mercado internacional.
” Que segurança o governo tem oferecido à sociedade brasileira? Tentou aproveitar-se da crise para ganhar alguns votos e, mais uma vez, desqualificar as oposições, num momento em que é necessário ter tranquilidade e compromisso com o Brasil. Como todos os brasileiros, quero a verdade completa. Acredito que o atual governo colocou o país novamente em um impasse.
“Estamos conscientes da gravidade da crise econômica. Poderemos recuperar a capacidade de investimento público tão importante para alavancar o crescimento econômico. Esse é o melhor caminho para que o país recupere a liberdade de sua política econômica orientada para o desenvolvimento sustentável.
“A volta do crescimento é o único remédio para impedir que se perpetue um círculo vicioso entre metas de inflação baixas, juro alto, oscilação cambial brusca e aumento da dívida pública. O atual governo estabeleceu um equilíbrio fiscal precário no país, criando dificuldades para a retomada do crescimento. Com a ausência de políticas industriais de estímulo à capacidade produtiva, o governo não trabalhou como podia para aumentar a competitividade da economia. O Brasil precisa navegar no mar aberto do desenvolvimento econômico e social.”
O que vocês leram até aqui, estou certo, lhes pareceu bom. Mas tudo o que vai acima entre aspas, a partir do terceiro parágrafo, não foi escrito por mim, não. São frases da “Carta ao Povo Brasileiro”, assinada pelo então candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em junho de 2002. Disputamos o segundo turno. Fui derrotado. Ganhar e perder eleições são uma rotina na vida de políticos. Grave, nestes quase 11 anos, é a derrota do Brasil.
Com a Carta, os petistas pretenderam demonstrar que haviam aprendido a ser também moderados.. Há pelo menos um “conservadorismo virtuoso”, que consiste em preservar as instituições democráticas. Esse, o PT desprezou. E há o mau, aquele que nasce da falta de imaginação e da inépcia. O partido andou em círculos, percorrendo a mais longa distância entre dois pontos. Mas em certos casos o pais foi até além, entrando numa espiral negativa, estacionando mais embaixo. Dá arrepio pensar na adversidade da herança que o terceiro governo petista deixará ao Brasil.
Na política, as palavras e as coisas, como em toda experiência humana, jamais coincidirão. Sempre restarão o espaço da imaginação e o saudável esforço para alargar as fronteiras conhecidas do possível. O que é inaceitável, aí sim, é o uso da palavra como instrumento de engodo e de trapaça. Releiam os trechos da carta petista e olhem o Brasil. O PT usou o universo das palavras para trair o universo das coisas. Usou a política para trair a esperança e a esperança para rebaixar a política. É o que nos mostra o confronto do mundo das palavras com o mundo das coisas. Fonte e Reprodução: Blog do Serra.
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